quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Histórias da F1- Capítulo 1: Quando a Mclaren foi mais aplaudida que a Ferrari em Monza 2


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Senna roda na Inglaterra. Um erro que custou pontos preciosos...
Seguindo a saga de gigantes para a prova de Monza 1989, lembremos como o campeonato chegou em Monza;
  1. Alain Prost – 62 pts
  2. Ayrton Senna – 51 pts
  3. Nigel Mansell – 38 pts
  4. Riccardo Patrese –25 pts.
Com essa vantagem, Prost ainda não estava tranquilo. Sabia que além de todas as questões técnicas, sabia que Senna nunca desistiria de buscar o Bi campeonato. E enquanto conseguia essa retomanda no campeonato, costurava um acordo que era provavelmente à epoca, um dos maiores da história da F1;
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Dois pilotos, duas equipes de mecânicos, engenheiros que não se falavam, rádios sem comunicação entre cada equipe. Essa era a McLaren em 1989.
A Ferrari ainda estava retomando o rumo; Enzo Ferrari havia morrido pouco mais de um ano antes; e tecnicamente estava em um bom momento; Naquele ano havia lançado o carro desenhado por Jonh Barnard, com formato de garrafa de Coca cola, bico de pato, e o câmbio semi-automático, desenvolvido pelo Super Sub Roberto Moreno, e que Mansell teve que usar uma luva de cada cor, para entender como funcionava…
A dupla Berger e Mansell era uma a mais forte da categoria, fora a da McLaren. O carro era bom, precisava de um toque de um professor para desenvolver e… opa, PROFESSOR? Pois é, Alain Prost flertava com a Ferrari desde o episódio de Ímola, conversara muito tempo em Paul Ricard, e chegava em Monza praticamente acertado. Via-se um Prost relaxado além do comum. Até que na quinta feira a noite, a imprensa que estava no circuito, recebeu um press release (impresso pessoal, internet naquela época era algo bem futurista) que a Ferrari daria uma coletiva na quinta feira pré GP;
Nigel Mansell 1989 Ferrari2
Nigel Mansell em Monaco. Esse tinha contrato para 1990...
Gehrard Berger 1989 Ferrari
...ao contrario de Berger, aqui fazendo a curva 1 de  Suzuka. 

Mansell tinha contrato para 1990. Berger, apesar de ter recuperado um bom ritmo após o susto da Tamburello, tinha o contrato acabando… Então, a notícia estourou: Alain Marie Pascal Prost, bi campeão mundial, O professor, era piloto Ferrarista por tres temporadas! Jornais vendendo, carros mais ainda, e a possíbilidade real de ele chegar com o numero 1 para a carenagem rossa, algo que não era visto desde 1980! Obvio que Prost virou o queridinho da itália, enquanto Senna e a McLaren foram pegos de surpresa. Não li nada a respeito, mas com certeza Senna deve ter tentado usar isso a seu favor, mas Ron Dennis sempre foi muito imparcial e deixou a situação 50% para cada lado…

E no fim de semana, para variar Senna largava na Pole; vejamos o grid, Fonte Wikipédia:
PosNoDriverConstructorQ1Q2Gap
11Brazil Ayrton SennaMcLaren-Honda1:25.0211:23.720
228Austria Gerhard BergerFerrari1:24.7341:24.998+1.014
327United Kingdom Nigel MansellFerrari1:24.7391:24.979+1.019
42France Alain ProstMcLaren-Honda1:25.8721:25.510+1.790
56Italy Riccardo PatreseWilliams-Renault1:26.1951:25.545+1.825
65Belgium Thierry BoutsenWilliams-Renault1:26.1551:26.392+2.435
730France Philippe AlliotLola-Lamborghini1:27.1181:26.985+3.265
819Italy Alessandro NanniniBenetton-Ford1:27.1621:27.052+3.332
920Italy Emanuele PirroBenetton-Ford1:28.3671:27.397+3.677
104France Jean AlesiTyrrell-Ford1:27.399+3.679
1111Brazil Nelson PiquetLotus-Judd1:28.1351:27.508+3.788
127United Kingdom Martin BrundleBrabham-Judd1:27.6271:27.637+3.907
1329Italy Michele AlboretoLola-Lamborghini1:28.5861:27.803+4.083
143United Kingdom Jonathan PalmerTyrrell-Ford1:29.1871:27.822+4.102
1523Italy Pierluigi MartiniMinardi-Ford1:28.3971:27.923+4.203
169United Kingdom Derek WarwickArrows-Ford1:28.0921:29.031+4.372
1722Italy Andrea de CesarisDallara-Ford1:28.1291:28.180+4.472
1816Italy Ivan CapelliMarch-Judd1:31.9691:28.430+4.710
1912Japan Satoru NakajimaLotus-Judd1:28.7691:28.441+4.721
2021Italy Alex CaffiDallara-Ford1:28.5961:28.708+4.876
2126France Olivier GrouillardLigier-Ford1:28.6691:29.537+4.949
2237Belgium Bertrand GachotOnyx-Ford1:28.6841:29.058+4.964
2325France René ArnouxLigier-Ford1:28.6851:28.843+4.965
2417Italy Nicola LariniOsella-Ford1:29.2651:28.773+5.053
2515Brazil Maurício GugelminMarch-Judd1:29.1921:28.923+5.203
2624Spain Luis Perez-SalaMinardi-Ford1:29.5921:29.293+5.573
2710United States Eddie CheeverArrows-Ford1:29.8841:29.554+5.834
2838Germany Christian DannerRial-Ford1:32.0741:31.830+8.110
2939France Pierre-Henri RaphanelRial-Ford1:36.295+12.575
DSQ8Italy Stefano ModenaBrabham-Judd


Durante a prova, Senna e Berger abrem, com Mansell e Prost lutando pela terceira posição, com o frances conseguindo a posição, na volta 21.Conhecendo Ayrton, mesmo com a desvantagem que tinha, Prost aperta o ritmo. A mesma tatica de Monaco 1988. Apesar de vacinado, Senna cai parcialmente. Porque Parcialmente? Porque ele controla a distancia, mas não conta com outra falha de sua parte no batalhão técnico: A usina Honda estava querendo lhe deixar na mão…
O fim da História amanhã, no Volta Voadora!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Histórias da F1-Capítulo 1: Quando a McLaren foi mais aplaudida que a Ferrari em Monza!

Alain Prost 1989 McLaren
Prost em Phoenix, 1989

Olá pessoal do Volta Voadora! Chegamos a Monza, talvez o maior templo da velocidade atual. O circuito italiano, extremamente rápido, com suas chincanes cortando a velocidade final por algum tempo foi o mais veloz da F1, depois da reforma feita no fim dos anos 80 em Silverstone (Mais exatamente 1990). Mas Monza é cheio de histórias impactantes, acidentes incriveis, mas uma história em especial para mim marcou pela reação improvável da multidão que assistia a prova in loco.
Chegamos a 1989. Quem leu a entrada do texto pensou “ih, o cara vai falar de 1988, a unica vitória da Ferrari no ano, ou melhor dizendo, a unica derrota da McLaren no ano…”  Mas não. A história ocorreu pouco menos de 12 meses depois. O dia?     de Setembro. O local? Parabólica, uma das mais desafiadoras curvas da F1. Protagonistas: Ayrton Senna, Alain Prost, McLaren e Ferrari.
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Ayrton fazendo a parabólica de Monza.
Aquele ano estava fervilhando nos intra guard Rails. Depois de uma derrota para um novato na equipe, Alain Prost queria vingança. Assim como em 1985, ele queria devolver a derrota ao companheiro de equipe. Só que dessa vez ele encontrou duas enormes diferenças: O companheiro não era um piloto semi aposentado, realizado, tri campeão mundial; a outra, e essa a que lhe deixava furioso, é que o atual companheiro tinha um batalhão técnico a seu favor. Inclusive, lembro da frase em 1988 quando a crise estava no campo esportivo somente:” Eu (Prost) sou um piloto McLaren com motor Honda, e ele (Senna) é um piloto Honda com chassis McLaren”  Então, ao ver que no talento a coisa era equiparada, mas no campo técnico Ayrton levara vantagem, Prost partiu para a desestabilização via pessoal.
Depois do incidente em Imola (Sempre Ímola no caminho de Senna) onde ele feriu um acordo entre ambos após a segunda largada por causa do acidente de Berger, a guerra se estabeleceu. Correto afirmar que a tensão que cresceu naqueles dias afetou o desempenho de Senna, que errou feio na Inglaterra e teve quebras no Canadá e nos EUA, locais onde Senna sempre andou muito bem; Mas Prost, sempre muito esperto nesse tipo de ocasião, criou a cisão necessária para que a equipe se dividisse em duas. A poderosa McLaren se tornou dois blocos. Os mecanicos de um não falavam com os do outro; Engenheiros com dados secretos; Canais de rádio totalmente independentes, somente Ron Dennis tinha acesso aos dois canais; carros regulados e pasmem, fabricados de forma pessoal, independente, para cada piloto. Era uma guerra fria dentro de uma organização esportiva.
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Imola. Berger havia batido. Senna na segunda  largada interpretou o acordo do seu jeito e a guerra começava...

Depois do episódio de Ímola, Prost conseguiu uma boa sequencia de resultados e chegava a Monza com a liderança do campeonato e com um trunfo na manga… Veja amanhã no Volta Voadora!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Extremismo para que?

Sauceiro causado por Romain Grosjean!

Olá pessoal que acompanha o Volta Voadora. Passamos  por um final de semana esperado por todos, a volta das férias da F1, logo em Spa Franconchamps, poderia existir coisa melhor?
Poderia, pôde... ocorreu!!!
A prova foi excelente da segunda posição em diante. Afinal um surpreendente Jenson Button ressurgiu e conseguiu um das poles mais improváveis do ano, e uma vitória extremamente tranquila, tanto que na transmissão oficial, o sujeito apareceu apenas cinco vezes durante toda a prova! Logo o líder...
Pois bem, mas o resumo de hoje não será da prova. Até por que já estamos na segunda, e você provavelmente deve ter lido inúmeros resumos da prova, em inúmeros canais, sites, jornais... Mas algo me chamou a atenção ontem, após a prova, durante o domingo, e durante uma parte dessa segunda. O extremismo sobre o acidente provocado por Romain Grosjean.
Não quero defender o Franco-Suíço. A culpa do acidente foi dele, assim como inúmeros incidentes solos e com outros pilotos, curiosamente nas primeiras voltas dos outros 11 gps da temporada . O problema todo  é o extremismo em cima da punição que os fãs queriam que fosse aplicada. Vi e ouvi de tudo: “Ah, uma prova foi pouco...” “Tinham que punir até o fim do ano...”  Pois bem, se tem uma coisa que estamos reclamando, é da tal “frescurite” que a F1 está passando...
É tal de não treinar na chuva, de não largar parado se estiver molhado, de punir por apertar a tangência da curva, não testar por causa dos tais custos ( e permitir treinar em aeroportos,  provocando situações potenciais como a de Maria de Villota...) de discutir o fica não fica de Felipe Massa, e ele ficando por falta de opções por causa do Rei Alonso... enfim. Então, com todas essas discussões, a gente vê esse extremismo em um acidente que já ocorreu inúmeras vezes em largadas, e inúmeras vezes na La Source ( Lembram de 1990? E de 1998? Foi mais adiante, mas foi no trecho...) 




Spa 1990. Alguma semelhança com a largada de 2012?


Não duvido que assim como eu, num primeiro instante, muita gente vibrou ao ver o líder Alonso fora da prova. Não duvido que assim como eu, se assustou quando o mesmo Alonso ficou quietinho no cockpit, enquanto todos os outros saíram, e Hamilton chamava Romain de louco... porém assim que ele saiu do cockpit, e apareceu bem na sequencia, temos que separar as coisas. Aí vem a questão extremismo. Romain foi punido, uma prova de suspensão. Vamos ser sinceros: tá ótimo! Pega ele, leva para a salinha do Tio Bernie, coloca o Boullier, o Herbie Blash, o Charlie Whiting, dão aquela escovada nele, mostra a on board do Alonso, e pronto! Depois volta mais tranquilo e vida que segue. A F1 sempre teve seus pilotos meio loucos... Tipo Romain Grosjean = Eddie Irvine. Assim como Pastor Maldonado = Andréa de Césaris; O venezuelano é próximo da lista. Esse foi um claro aviso ao Pastor. Que também ficou no caminho de novo...
Então pessoal, temos é que concordar e deixar a coisa assim. Afinal, a melhor época da F1, tinha loucos como Didier Pironi, o já citado Andrea de Césaris, Rene Arnoux, Gilles Villeneuve... Então, hoje ter um Romain Grosjean e um Pastor Maldonado é sinal que a temporada está mesmo sensacional!
Abração
Roberto Taborda
@roberto_f183 

domingo, 26 de agosto de 2012

E SE? Alessandro Nannini Parte 2.


Eis que logo após o pódio da Espanha a F1 recebe a terrível noticia. Além da pressão por causa do acidente de Martin Donelly em Jerez, Nannini sofrera um acidente de helicóptero. Estaria indo a casa de campo de seus pais, mostrar o novo Helicóptero. Segundo o que foi divulgado a época, um problema no pouso fez o helicóptero bater de traseira no chão e Nannini foi arremessado, tendo o terrível azar de cair em cima de um dos rotores;Todo mundo aliviado por saber que o italiano de Siena estava vivo. Porém Briatore recebe uma notícia não confirmada que o piloto teria sofrido uma lesão seríssima. Não se sabia o que era até que a confirmação chega: o piloto tinha sofrido uma amputação do braço direito. A cena, ainda por cima, foi presenciada por seus pais, que foram decisivos para que o italiano tivesse o seu braço reimplantado. Levado ao Hospital de Careggi, em Florença, o piloto passou por 10 horas de operação, e teve o braço reimplantado. Porém, a noticia profissional era a pior: Nannini estava fora da F1. Isso era 13 de outubro e a Benneton tinha 5 dias para conseguir um substituto para o Italiano...
Mas E SE? O helicóptero não tivesse caído?
Modelo do helicóptero que ocorreu o acidente.



















Olha só como é incrível essa história de tentar inventar, ou reinventar o caminho...
Vamos escrever conforme a NÃO QUEDA do aparelho:
Nannini disputaria normalmente os Gps do Japão e da Austrália de 1990, e não veríamos essa cena emocionante....
Uma das imagens mais marcantes da história da F1.











Apesar do interesse da Ferrari, Nannini ficaria na Benneton em 1991, pois Jean Alesi impressionou mais ao Claudio Lombardi, então diretor da Ferrari na F1, e levou o francês da Tyrrell para lá além de um chassis novinho em folha para a coleção de Frank Williams; que também tinha um pré contrato com o Francês. 
Onde Moreno estaria em 1991? Provavelmente estaria recebendo por esses serviços lááá de 1987 que não lhe foram pagos...














E Roberto Moreno provavelmente estaria se arrastando nas Coloni ou AGS da vida, até porque Henri Julian lhe devia algum dinheiro e poderia alugar um Cockpit ao brasileiro, para pagar a dívida adquirida láááá em 1987; 
Com Nannini na Benneton, e andando no ritmo que estava, não haveria pressão da Mercedes para colocar na equipe um certo Michael Schumacher em Monza; (que aliás só estreou por causa de uma patacoada do Betrand Gachot com spray de pimenta...)
Não veríamos isso...

....muito menos isso!!!



Porém em 1992, a chance brilharia. Prost cansou dos FNM que a Ferrari havia lhe conseguido (palavras dele mesmo...) e fora demitido! Ao Invés de Ivan Capelli, Alessandro Nannini assumiria o rabo do Foguete, ao lado do cara que lhe tomou a vaga de 1991, Jean Alesi! 

Seria assim a apresentação de Nannini em 1992?
Provavelmente esse seria um dos destinos de Ivan Capelli...







Ao meu ver, Nannini se sairia bem melhor que Capelli, que teria ficado na semi falimentar March, ou no máximo em equipes do nível de Tyrrell, Venturi (antiga Larrousse) ou Dallara... Em 1993, seguiria na Scuderia de Maranello, mas teria proposta para voltar a Benneton, que em 1994 seria uma das grandes equipes da temporada, ficando por lá até o fim da sua carreira, em 1996.
Detalhe que notei: A carreira de Jean Alesi também estaria ligada diretamente a de Nannini... Mas essa é outra história...

Essa imagem existiria na realidade de competição, não de teste!










E aí o que acharam?
Comentem a vontade!
Abração
Roberto Taborda
@roberto_f183

sábado, 25 de agosto de 2012

E SE?


Olá pessoal tudo bem?
Olhando hoje a tarde o programa Deu Olé! na Bandeirantes( muito por causa da Paloma Tocci...) vi um quadro muito interessante que acabou motivando a coluna de hoje;
No programa tem o quadro Efeito Borboleta, onde eles mexem em um detalhe de um fato importante de algum jogo geralmente final de campeonato, e com isso desencadeia um efeito dominó de fatos que poderiam tem mudado por causa de um detalhe;
Na semana anterior tinha sido o jogo Grêmio x Portuguesa, e nesse fim de semana os milímetros dos dedos de Ronaldo Giovanelli, goleiro do Corinthians em 1993, que tocaram em uma bola que era uma cobrança em dois toques...
E o que isso tem a ver com automobilismo? Uma das coisas que mais discutimos em Foruns pela internet inteira (ALIÁS, A INDICAÇÃO DO VOLTA VOADORA É O www.forumdownforce.com.br ONDE EU E O DUHÍLIO POSTAMOS A ANOS!) é o famoso E SE...
Sempre dizemos que SE não existe,porém é muito legal  ficar viajando em detalhes que acabam acontecendo por causa de uma mudança de rumos.E os assuntos são os mais variados. Por isso, de vez em quando, vou escrever um novo E SE? E vocês aí, julguem se ficou legal ou não, se viajei demais, etc,etc, etc...
O E SE? De hoje tem um personagem que tinha um grande futuro na F1 no fim dos anos 80: Alessandro Nannini.
O italiano Alessandro Nannini começou a sua carreira na novata Minardi Motori Moderni Turbo, em 1986 ao lado do crash test Andréa de Césaris. Nos carros azul escuro ( SIM! Você leu certo, os Minardis eram AZUL ESCURO, NÃO PRETO, NO INICIO!) da simpática e saudosa equipe de Faenza, hoje representada pela Toro Rosso. Como era de se esperar, o italiano teve inúmeros problemas com o carro, confiabilidade,erros, enfim algo normal para um iniciante numa equipe pequena de fim de grid de um F1 no fim dos anos 80. Nessa temporada o seu melhor resultado foi um 14 lugar na prova do México, alias, a única em que acabou...
Estréia na Minardi, 1986



Em 1987 a coisa não melhorou muito, e dessa vez acabou três provas apenas, Hungria, Itália e Portugal, tendo dois 11 lugar como melhor resultado, pilotando na equipe ao lado do espanhol Adrian Campos.
Em 1987, de 16 provas, apenas 3 terminadas.


Porém, chamou a atenção de Lucciano Benneton, então proprietário da equipe de mesmo nome, lançada do espólio da Toleman, em 1986. Aliás, Nannini fora piloto de testes da equipe em 1985. Na temporada 1988 o italiano estreava na equipe, sendo companheiro do belga Thierry Boutsen ( Outro que vai render um bom E SE? Logo logo...) Fez uma temporada muito agressiva, com muitos erros, mas com grandes momentos, como a ultrapassagem em Nelson Piquet na La Source onde induziu o então campeão mundial a errar a freada da famosa primeira curva de Spa.Pena que foi desqualificado dessa prova por problemas no combustível. Mas esse fato não manchou a grande temporada dele,com pódio na Inglaterra e na Espanha. Terminou a sua primeira temporada de Benneton na décma colocação com 12 pontos;
A frente de Senna em 1988.


1989 começou até que bem para o italiano, porém em San Marino durante os treinos, tomou um belo susto, ao bater rodas com Andrea de Césaris um pouco antes da Villeneuve e sofrendo uma bela pancada.Na prova foi terceiro colocado, primeiro pódio no ano ainda com o carro de 1988. Nesse ano, o italiano teve como companheiro o inglês Johnny Herbert, que andava de muletas no começo do ano graças a loucura de Gregor Foitek na F3000, que promoveu uma pancada coletiva em Brands Hatch e apartir da prova de Silverstone  o Francês Emanuelle Pirro andou na equipe também... Nesse ano ele teve quatro pódios, inclusive com a única vitoria em sua carreira, porém sem receber a bandeirada (Outro E SE? Futuro..) no Gp do Japão. Os outros pódios foram em San Marino, Inglaterra( Novamente, andava muito bem em Silverstone) e na Austrália, numa prova aquática!!!! Terminou a temporada em sexto com 32 pontos.
1989 veio a primeira vitória e grandes desempenhos como no dilúvio na Austrália


Bom, em 1990 as coisas pareciam encaminhar a carreira dele. A Ferrari, sem títulos desde 1979, estava de olho nele. A experiência com Michelle Alboreto não deu certo, porém por muito pouco o Marroquino não ganhou o título de 1985, e a Scuderia sabia que a culpa era sua, pela pouca confiabilidade de seu bólido. Era a estrela Italiana da vez. Estava na sua melhor fase, tinha como companheiro o tri campeão mundial Nelson Piquet, e era bem administrado por Flavio Briatore (?) Se tornando um piloto rápido, e com resultados. Quando recebeu o novo carro, o modelo B190, foi pódio de cara em San Marino. Depois disso foi pódio na Alemanha e na Espanha, teve um belo duelo com Senna em Hungaroring. Infelizmente esse pódio na Espanha ficou marcado por todo o sempre em sua carreira... Porém alguns fatos começaram a mudar a visão da Scuderia...
Infelizmente esse seria o ultimo pódio, com Prost e Mansell da Ferrari em Jerez, 1990.



E aí começa efetivamente o nosso E SE? Que amanhã você verá no VOLTA VOADORA!
Abraços!
Roberto Taborda
@roberto_f183

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Sem sustos pessoal...

Pessoal aviso aos navegantes: O blog está em plena construção ( ou reforma...);

Eu e o Duhílio estamos estudando layout, forma de fotos, vídeos, e provavelmente nos próximos dias o blog estará "mutante".

Mandem também as suas impressões;

Abração

Roberto Taborda
@roberto_f183