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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Férias frustrantes...

1Estados Unidos GP dos EUA10 de MarçoPhoenix
2Brasil GP do Brasil24 de MarçoInterlagos
3San Marino GP de San Marino28 de AbrilÍmola
4Mónaco GP de Mônaco12 de MaioMonaco
5Canadá GP do Canadá2 de JunhoCircuit Gilles Villeneuve
6México GP do México16 de JunhoHermanos Rodriguez
7França GP da França7 de JulhoMagny-Cours
8Reino Unido GP da Inglaterra14 de JulhoSilverstone
9Alemanha GP da Alemanha28 de JulhoHockenheimring
10Hungria GP da Hungria11 de AgostoHungaroring
11Bélgica GP da Bélgica25 de AgostoSpa-Francorchamps
12Itália GP da Itália8 de SetembroMonza
13Portugal GP de Portugal22 de SetembroEstoril
14Espanha GP da Espanha29 de SetembroCatalunya
15Japão GP do Japão20 de OutubroSuzuka
16Austrália GP da Austrália3 de NovembroAdelaide

Ninguém aguenta mais essas férias da F1... Tem que inventar inúmeros assuntos, ler inúmeros absurdos (viram sobre o ranking que colocou o Massa e o Bruno abaixo do Ricciardo nessa temporada? eu li o título e cliquei em PULO...)
Pois então: Lembro dessa temporada acima, 1991, com muito carinho. Obvio que muitos que sabem que sou Sennista dirão que lembro de tal temporada pelo Tri Campeonato. Também. Talvez seja o principal motivo. Mas o que me faz citá-la hoje, é pelo calendário que considero exato, que aquele ano tinha;
Se não vejamos: O campeonato começava em 10 de março. Para mim, do Rio Grande do Sul TCHÊ, é uma data excelente, começo de outono, e ainda mais com uma prova nos EUA. Eram cinco da tarde, também conhecida como 17 horas, quando a F1 começava a sua peregrinação por 15 países, considerando que San Marino é na verdade em Ímola na Itália...
O que mais me chama a atenção é a forma de distribuíção do calendário: Começa nas Américas, do Norte e do Sul (Sim prefiro a prova Tupiniquim em Março...) Três semanas de parada. Todo mundo cansado com os testes de pré-temporada e mais as provas fora de casa...A volta para a Europa, via Ímola e Mônaco, a volta a América e depois a temporada européia bruta, com a sequencia Infalível, que todos tinhamos na ponta da Lingua: França, Inglaterra, Alemanha, Hungria, Bélgica,Itália, Portugal e Espanha; Essas com muito mais charme até mesmo pela expectativa das mudanças nas pinturas por causa da proibição do tabaco (sim novamente, eu tinha 8 anos na época e pintava os carros com patrocínio e sem...)
O professor Alain Marie em Phoenix. Segundo Lugar para ele!!!

E aí a famosa parada de três semanas, era a segunda da temporada. Para que todo mundo descansasse o suficiente para enfrentar 40 dias fora de casa com Japão e Austrália.

Desse calendário apresentado, saliento que Magny Cours e Barcelona eram estreantes. O resto era conhecido e reconhecido da F1. A mais nova fora o circuito francês do quintal de Guy Ligier,e o circuito que era considerado padrão e espetacular na Catalunya,(que coisa não??)  era Phoenix, que estreara em 1989. Mas provas de rua sempre foram o foco nos EUA naquela época, vide Dallas(tá tá, aquilo nem dá para chamar de circuito...), Detroit (meu favorito)...
Os italianos da Jordan em Suzuka 1991; Pode to be?


E lendo esse post, comparem com hoje em dia. Tem a questão Tilkódromos. Sim, mas o Hermann Tilke faz o que a FIA e sua patota redigem como circuito para F1. Ele é o menor culpado disso tudo. Mas não é no mínimo triste acordar na madruga para ver o TL1 do GP da Índia? Ou então lembrar do circuito inacabado da Coréia em 2010?

O crescimento técnológico e financeiro da F1 cria essas aberrações; Temos que conviver com ela. E aguentar essas 4 semanas de férias justíssimas para o pessoal do circo lembrando que teremos ainda Coréia, Índia, abu Dhabi (????) para aguentar. E o pior. Um calendário que faz com que termine a temporada no fim de Novembro!!! é muita prova para pouco tempo. De Março a Novembro, 20 provas em 8 meses...
Largada do exótico Gp Da Austrália 1991


Com esse calendário apertado, criam-se aberrações de não pode testar, não pode isso, não pode desenvolver em pista, e tals...

Será que algum dia isso irá melhorar? Espero que sim. Gostaria muito de voltar a assistir F1 de duas em duas semanas com alguma lógica de onde assistimos. Pois todo ano ameaçarem tirar Spa Franconchamps ou Montreal do Calendário por Gps na Rússia, Grécia, e tals, não dá!

PS: Aposta: O Gp de Austin termina em no máximo três anos. O de rua de Nova York se sair dará certo....

Abração a todos!
Roberto Taborda
@roberto_f183


Fonte: Calendário Wikipédia
Fotos: Arquivo retirado da Internet.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Velocidade no detalhe a volta...



A HISTORIA SENDO ESCRITA NA MINHA FRENTE!

EU direi ao meu futuro descendente, podem ter certeza! Direi a ele que vi, numa era onde o dinheiro e a tecnologia imperam, uma equipe de garagem, sem patrocínios, com carro todo branco, macacões idem, apenas os macacões dos mecânicos pretos para diferenciar, vencer as poderosas Ferrari, McLaren, BMW, Renault entre outras... Mas vamos aos motivos, AO MEU VER, desse furacão Brawn- Mercedes:

  1. Competência na direção: A Honda tinha como principal característica a falta de comando firme na produção do bólido. Eram dois Túneis de vento, um no Japão com a sua calibragem. Outro na Inglaterra com a sua calibragem. E a troca de informações não tinha com ser correta afinal, como trabalhar com duas calibragens diferentes na produção do mesmo carro? A Brawn se livrou disso, a direção da equipe está com quem realmente sabe o que está fazendo e tem um túnel de vento. O necessário nesses tempos de contenção de despesas, sem testes durante a temporada...
  2. Competência na pista: Sim, Button e Barrichello são pilotos execrados, a muito tempo, na F1. Mas quem e conhece sabe que sempre defendi os dois sobre o asfalto. Se falam demais, ou não se dedicam como deveriam, aí é outra área de critica. Mas no asfalto, na zebra, na competição são pilotos competentes sim senhor! Sabem conduzir provas na frente, são vencedores, são poles, participaram de esquemas grandiosos, tradicionais e vencedores. Então, porque não acreditar neles?
  3. Competência na leitura: Ah, esse é para mim o grande trunfo da equipe. Afinal, a Brawn, de alguma forma, conseguiu extrair o que pode do novo regulamento ( P.S= Afinal a FIA acertou...) e o extrator tão falado, para mim não é tudo. O carro é rígido, nota-se na onboard que o carro não tem nenhum tipo de vibração. A suspensão tem um desenho diferente, e a entrada de ar lateral, é bem mais alta que os seus adversários (fora a McLaren... Alias, o motor Mercedes não necessita será de muita refrigeração?) e o ar passa muito bem para a área traseira. O extrator recebe muito mais ar, e isso é o que no meu ver, dá essa vantagem a Brawn.
  4. Harmonia: Vcs notaram com a equipe está em harmonia? Estão bêbados de felicidade, vejam como o Button desceu do carro, direto ao Rubens. E o Rubens hein? Até a sorte que nunca foi o seu forte, apareceu em Albert Park. Aquele choque entre Kubica e Vettel foi providencial alem de mostrar que é importante estar no lado certo na hora certa.

Alias sobre Vettel e Kubica, esses dois são a grande atração da temporada fora as grandes estrelas. Esses dois são os candidatos a grande ídolos, e fazem tudo para isso corretamente. A manobra de Kubia foi afobada? Sim, mas ele queria a posição. O Vettel foi muito otimista? Foi, mas ele não vendeu a posição por comodidade de pontuação. Esse ficarei de olho.

Esse ano pretendo premiar os pilotos com troféus simbólicos, vamos aos primeiros ganhadores:

  • Premio Schumacher: Para Button. Pole, sempre na frente, sem ser incomodado, e vitória inconteste;
  • Premio Nakajima: Para quem será hein? Para Kazuki, o filho Nakajima. Alias, a MUITOS ANOS não via rodada por excesso de giros no motor...
  • Premio Ralf-Montoya: Para Fisichella e Sutil. Quase se acharam na pista.
  • Premio Gilles: Para Vettel. Queria acabar a prova com três rodas. Não deu também...
  • Premio hilário do fim de semana: Vai para o meu amigo Ivan Capelli. O seu ao vivo foi hilário e muito informativo. Mas as risadas foram muito grandes! Valeu Capelli.

Forte abraços a todos, estarei de volta segunda que vem

Roberto “Bob” Taborda

Uruguaiana Rs

henriquef183@hotmail.com